Ainda não são conhecidos todos os países que irão estar presentes no Mundial da África do Sul, em 2010, mas a FIFA já trabalha a todo o gás na organização do Campeonato do Mundo seguinte. Em 2014, será o Brasil a acolher a maior competição mundial de selecções, mas, para já, as provas dadas não satisfazem os avaliadores.
"Na recente visita que fizemos ao país, constatamos, por exemplo, que há um problema grave de espaço em São Paulo, já que não há o número de lugares exigidos num estádio que vai ser palco de um Mundial", declarou Jerome Valcke, secretário geral da FIFA, à TV Globo.
Esta não foi a primeira vez que Valcke criticou o estádio brasileiro, mas, apesar de o São Paulo garantir ter feito alterações ao projeto de reestruturação do estádio de modo a que este tenha as condições exigidas, estas ainda não são consideradas satisfatórias.
O São Paulo se diz absolutamente convicto de que as condições apresentadas estão de acordo com aquelas que a FIFA exige, mas que está disposto a negociar eventuais alterações e, inclusive, a receber Jerome Valcke para que veja as condições do estádio e da área envolvente.
O Estádio do Morumbi deverá ser o palco do jogo de abertura da Copa. Se a FIFA não vir satisfeitas as suas exigências, vai pedir a construção de um novo estádio no local, caso contrário São Paulo poderá ficar de fora do Mundial.
9 de set. de 2009
Copa 2014
3 de jun. de 2009
Especial Copa do Mundo 2014: os estádios
Já foram confirmadas as cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 que será disputada no Brasil. Porto Alegre, Curitiba, Cuiabá, Manaus, Natal, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Recife e Fortaleza são as doze capitais escolhidas pela FIFA para sediarem os jogos da competição. Ficaram de fora: Florianópolis, Goiânia, Campo Grande, Belém e Rio Branco. Portanto, resta agora às selecionadas correrem contra o tempo para se moldarem à exigências que a entidade máxima do futebol cobra. Cada cidade terá um estádio para receber as partidas. Alguns precisam ser modernizados; outros devem ser erguidos ainda. Dos doze, somente três são particulares (Morumbi, Beira-Rio e Arena da Baixada). O resto é do Estado. Vamos conhecer então um pouco de cada estádio e seus projetos de transformação aos moldes europeus.
Comecemos de baixo para cima, do sul ao norte brasileiro:
Custo: R$ 350 milhões
Capacidade: 60 mil espectadores
Custo: R$ 150 milhões
Capacidade: 42 mil espectadores
Custo: R$ 300 milhões
Capacidade: 67 mil espectadores
Custo: R$ 300 milhões
Capacidade: 75 mil espectadores
Custo: R$ 400 milhões
Capacidade: 87 mil espectadores
Custo: R$ 340 milhões
Capacidade: 40 mil espectadores
Custo: R$ 250 milhões
Capacidade: 76 mil espectadores
Custo: R$ 230 milhões
Capacidade: 44 mil espectadores
Custo: R$ 1,6 bilhão
Capacidade: 45 mil espectadores
Custo: R$ 300 milhões
Capacidade: 65 mil espectadores
Custo: R$ 400 milhões
Capacidade: 60 mil espectadores
Custo R$ 6 bilhões
Capacidade: 45 mil espectadores